domingo, 20 de outubro de 2013

Matei meus filhos: uma sombria hipótese

Os que acompanham este blog sabem que tive quatro abortos espontâneos - todos com gravidez de cinco meses e até sete meses e meio! Esta experiência motivou a criação desse blog, na intenção de compartilhar a dor com outras mulheres que viveram esse verdadeiro trauma.

Os médicos me viraram do avesso, investigando meu corpo com exames sofisticados, inclusive uma geneticista. Nunca souberam explicar as perdas gestacionais em série. Trilhei todos os cantos em busca de explicação, afinal, queria ter pelo menos um filho.

E, depois do espetáculo de luzes em minha casa, voltou-me uma ideia que já havia levado em consideração, tendo em vista no que a minha volta acontece. Fenômenos estranhos,luzes, sonhos lúcidos, imagens, vozes e por aí vai. Ou seja, tenho habilidades paranormais.

Este é um blog paranormal.

A sinistra intuição de que eu mesma possa ter impedido minhas gestações de seguirem adiante é aterrorizante. Mas viável. Sempre tive muito medo de estar grávida, de ter parto normal sem analgesia, tinha medo da dor, medo de parir na mesma proporção de querer ser mãe. E se o bebê não fosse normal, e se eu não pudesse ser boa mãe, e se meu corpo nunca mais voltasse ao normal, e se envelhecesse muito depressa devido às preocupações que os filhos dão, e se... tinha medo de tudo! Posso supor que esses sentimentos tenham sido tão fortes que lá dentro da minha barriga a placenta parou de funcionar e, portanto, o bebê cessou de receber alimento e oxigênio. Tenho para mim que não calculamos o quanto nosso subconsciente tem força. 

É uma hipótese sombria... Ter brigado com Deus não resolveu  nada. Talvez tenha eu mesma me impedido de ser mãe. Até onde vai o poder que temos internamente! Nunca saberei.

Luzes piscando: fenômeno paranormal


Puxando a energia da tempestade, uma magia 
Já faz alguns anos que estou passando pela conjunção de Plutão em trânsito por Capricórnio com meu Marte natal na casa seis do mapa astral. Confesso que tem sido difícil de administrar raiva e, mais do que nunca, fúria.
Então numa noite, escutei o ronco de trovões, clarões dos raios através da janela. Uma tempestade estava se formando. Começava a chover. Minha raiva era tão grande que certamente serviria para o objetivo em mente: recarregar minhas energias, sugar a força dos raios e dirigi-las a um determinado local.

Vesti preto, cobri minha cabeça, acendi um incenso e invoquei em plena chuva o povo das quatro direções. Peguei meu bastão e apontei com a força e convicção que todos estariam a meu dispor. Ordeno que aqui estejam e apontei aos quatro pontos cardeais. O clarão dos raios me iluminavam. Após carregar minhas energias, apontei ao local que queria enviar de volta o que me atingiu de forma prejudicial.

Ouvia os trovões, via raios desenharem no céu desenhos como se fossem garatujas. Respirava profundamente, ordenando aos mestres que fizessem seu trabalho. E apontava com meu bastão, sentindo a eletricidade dirigir-se ao alvo. Durou uns 15 minutos.  Destracei o círculo e agradeci à deusa a força que estava precisando, ordenando que meus guardiões voltassem as suas direções.

Entrei pra dentro de casa muito molhada, mas feliz pela comunhão com o mais fantástico fenômeno da natureza. Daqui a pouco ouvi o alarme da casa atingida pela magia disparar. Na mosca, pensei satisfeita. E fui dormir.

Lâmpadas piscando
Alguns dias se passaram, menos a fúria. Comecei a queimar lâmpadas tocando no interruptor ou não. Achei estranho. fiquei atenta. Depois sangramento nasal pela manhã. Não acontecia isso desde minha infância.

E as lâmpadas continuavam queimando, ou não acendiam, depois acendiam normalmente. Sabia de uma forma especial que era eu mesma fazendo aquilo. Quando comecei a estudar astrologia, as lâmpadas apagadas acendiam e ficavam piscando. Achava o máximo!

Mais alguns dias se passaram, e eu continuava com uma fúria indomável. Certa noite, ao telefone com uma amiga, presenciei um fenômeno que ainda não havia visto. Todas as luzes que estavam acesas em minha casa começaram a piscar como se fossem queimar, acontecer um curto circuito. Meu marido perambulava sem saber o que fazer; também nunca tinha visto. A televisão que estava ligada, desligou, a ligação telefônica caiu. Comecei a sorrir, satisfeita. Era eu! Aproximei-me da luz fluorescente sobre a pia da cozinha e apontei meu dedo, me divertindo com aquilo. Essa lâmpada também piscou, e todas as dicróicas e incandescentes. Tudo piscava alucinadamente. Era eu!

Então a perna onde tenho varizes começou a doer. Meu pé quase ficou preto e com as veias saltadas. Aí comecei a me preocupar... vou ter uma trombose, um infarto, um avc... Sentei-me e massageei a perna assustadora.

Em seguida providenciei um banho de ervas. E tudo se acalmou. No entanto, a fúria permanece dentro de mim. Por enquanto, é meu combustível para uma magia eficiente. 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Bruxa esmagada

Nenhum veículo passou por cima de mim nem do meu carro. Não fui atropelada por um caminhão. Uma marquise não desabou na minha cabeça. Ninguém me agrediu com uma barra de concreto. Não, nada de acidentes fatais nem macabros.

Sinto-me esmagada dentro de um livro de código civil, desses antigos, usados como recurso para atrofiar as pessoas, restringi-las, puni-las sem sequer ouvir o que tem a dizer e o divino e incontestável direito de defesa e de resposta. Isso porque me punem arbitrariamente ANTES da data marcada da audiência!

Revoltada e indignada não posso ir à mídia pra me queixar. Queixo-me aqui!

Minha casa foi literalmente quebrada durante a construção daquele que hoje me processa, pedindo proteção da justiça para me manter longe de sua casa: nossas casas são grudadas. O juiz não sabe disso! E isso é ridículo! Quem disse que quero me aproximar do criminoso. O criminoso é ele, não eu. Apenas tenho me defendido.

Ilustrou a citação inicial de seu descabido processo pinçando frases desse blog em seu favor, como "ameaça de morte". Ora, apenas desabafei meu trânsito astrológico de Saturno pela minha casa três. Ele acha que a casa três se refere somente a ele!

Sinto-me esmagada, exaurida e usurpada. Agora uso mordaça e tenho que postar poemas e flores nesse blog como se estivéssemos viajado para os idos tempos da censura nesse país. Isso é grave, muito grave. Basear um processo em mentiras, manipulando informações em benefício próprio, literalmente assaltando meu bolso para forrar seu pé-de-meia! Aonde estamos senhores magistrados! Não sou criminosa, nem caloteira, traficante, ladra.

Sou uma mulher que mantém esse blog para seu próprio prazer de escrever, desabafar e contar histórias reais que possam ajudar alguém que passa pela mesma situação. Sou jornalista aposentada, astróloga e bruxa desde que nasci. Sou sensitiva, paranormal, mediúnica e espiritualista e me refugio na religião africana para não me perder pelo caminho. Apenas isso. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Para bom entendedor, um grito basta

CHEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!


Não entendo muito bem o que as pessoas procuram nesse blog. Talvez artigos eróticos, muito lido  atualmente "Presente duro e presente mole", como se se tratasse de ereções. Ereção e orgasmos tem a ver; mas nem sempre, pode-se ter orgasmos maravilhosos sem ereção de companheiro. Há que se criativo nessas horas também.


Esse berro que dou nas páginas tem a ver com situações inusitadas, injustas e cruéis que vivo nos últimos anos, desde que tive a missão da procura da alma gêmea, como caminho de toda a bruxa que se preze. Achei e mexi no íntimo das pessoas. Paciência. Alma gêmea é missão da minha vida. Missão cumprida.

Minha missão agora é outra: berrar por justiça!

E que justiça seja feita! Se não fizer, eu farei!

Depois ofereço gentilmente meus dois pulsos pra Brigada Militar me levar pra delegacia, algemada, mas de alma limpa!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A famosa olhadinha no mapa natal

Pode dar uma olhadinha no meu mapa?

Publicado em 25 Dezembro 2011
mapa-antigop.jpg“Querido astrólogo,
Por favor, diga se eu, Touro com ascendente em Leão, devo aceitar a oferta de trabalho que recebi, ou se devo prestar concurso público para ganhar mais, mas fazendo algo totalmente diferente de toda minha experiência profissional anterior? Por favor, preciso muito de sua ajuda, pois devo decidir até a próxima semana. Agradeço, do fundo do coração, desde já, por sua preciosa orientação.”

Freqüentemente, nós astrólogos, recebemos e-mails desse tipo. Parece que as pessoas pensam que a Astrologia é algum tipo de sacerdócio, e que o astrólogo tem um dom divino e deve usá-lo para o bem da humanidade.
Desconhecem que, para se tornar astrólogo, uma pessoa precisa estudar uns três anos em média, ter supervisões com colegas mais adiantados, comprar livros, programas de computador, investir tempo, dinheiro e, acima de tudo, todo seu empenho e força de vontade. Como se diz por aí: 10% de inspiração e 90% de transpiração.
Além disso, não é apenas o curso de Astrologia que faz de alguém um Astrólogo, a Astrologia é um estudo muito extenso e profundo, e para se profissionalizar, são necessários anos e anos de dedicação.
E ainda assim, como nem todos os estudantes de Medicina se tornarão bons médicos, nem todos serão bons astrólogos. A diferença é que ninguém pede ao médico que dê uma olhadinha no seu coração ou no seu fígado, porque as pessoas têm consciência de que o médico é um profissional que sustenta sua família e paga suas contas com o seu trabalho. Além do mais, que médico arriscaria sua reputação dando “palpites” por ai? E que tipo de paciente seria tão irresponsável, a ponto de colocar sua vida em risco dessa forma?
Imaginem por um instante um médico que arriscasse um palpite, “sem compromisso” e, por confiar nesse profissional, o paciente seguisse o palpite e viesse a falecer? Claro que isso não acontece. As pessoas sabem que com a saúde não se brinca, mas e com outros tipos de decisões importantes que precisam tomar na vida? Por que elas aceitam correr esse risco?
Respondi à pessoa que enviou o e-mail citado no início deste texto, dizendo que Astrologia não envolve algum tipo de poder sobrenatural, ou seja, que o astrólogo não é vidente, e que eu só poderia aconselhá-la a tomar esta ou aquela decisão analisando o seu mapa astrológico, portanto, ela deveria agendar uma consulta. Para isto, encaminhei as informações sobre a consulta, os dados de que eu precisaria, tempo de duração do atendimento e o custo do trabalho. Veio então a resposta:
“Sinto muito, você ter me interpretado mal. Justamente agora que eu achava que tinha encontrado alguém realmente profissional e que pudesse me dar uma luz…”
Pessoas que pedem aos astrólogos que dêem uma olhadinha em seus mapas, não levam a sério o trabalho do profissional de Astrologia, pois não têm a mínima intenção de seguir seus conselhos, e tudo o que o astrólogo disser, será sempre visto como sem importância. Inócuo.
Com tipos assim, a questão não é o preço, pois o valor que essas pessoas estariam dispostas a pagar pela orientação do astrólogo é NADA. O não pagamento reflete seu ceticismo diante daquilo que vêem com desconfiança, por julgarem pertencer ao reino do mágico ou misterioso, não um verdadeiro impedimento de ordem financeira. Desde que não se precise pagar, não custa nada tentar - “Se não fizer bem, mal também não faz” diz o ditado popular. Só faz mal para aquele que aceita dar o seu melhor para quem não leva a sério nem dá valor à nossa profissão. Nós astrólogos precisamos acabar de vez com esse costume de olhar mapas sem compromisso, com exceção daqueles de pessoas de nossas relações, ou nunca chegaremos a obter o respeito que merecemos, nem o próprio, nem o alheio. Isto vale também para a famosa “permuta”, quando fornecemos textos, informações ou consultoria, em troca de espaço publicitário, normalmente em veículos sem nenhuma expressão ou visibilidade.
No caso citado no início desse texto, conclui que não valia a pena responder, mas bem que eu poderia ter respondido assim:
“Caro amigo,
Você encontrou sim, alguém realmente profissional, e um profissional não trabalha sem remuneração, pois não pode simplesmente dar algo que lhe custou, tempo, dinheiro e muito esforço para aprender. Isso só prova que, a despeito dos elogios dirigidos ao meu trabalho, você não está disposto a pagar por ele, porque você não o valoriza. A questão do pagamento é o que menos importa. Pagamento a gente compõe, parcela, facilita. Mas em nenhum momento você levantou essa questão. Não sou a mercenária sem coração que você pensa. Se fosse, não teria escolhido como profissão aconselhar pessoas, mas exijo consideração e respeito.”
No século XXI a informação é vista como um bem de consumo e as pessoas costumam pagar muito caro por ela, em qualquer segmento, porque então não proceder da mesma forma com relação ao conhecimento astrológico, conhecimento de ordem superior e muito mais raro?
Como profissionais de Astrologia temos que procurar romper esse círculo vicioso e dar mais valor ao nosso conhecimento, pois só assim teremos o respeito que reclamamos para nossa atividade e poderemos reconduzi-la ao lugar de honra que ela já ocupou um dia.


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Lindo texto Divani Mogames Terçarolli. É bem assim!!

sábado, 11 de maio de 2013

Não se atreva a me cumprimentar pelo dia das Mães!

Sou uma mulher, mas Deus fez quatro abortos em mim, sem meu consentimento e nem me deu explicação. Agiu com uma crueldade infinita e divina: esperou o meu feto crescer bastante para depois parar seu coração e estragar minha placenta. Resultado, tive que parir bebês mortos, que ficaram nesse estado na minha grande barriga. A espera para o parto do bebê morto foi a mesma, no mesmo local onde outras mães pariam crianças perfeitas que choravam, eram filmadas e festejadas. Em meu caso, a dor das contrações e o silêncio e o olhar de compaixão do médico e enfermeiras. Uma massa humana passava por entre as minhas pernas, quente, ensanguentada e deslizava para a bandeja de aço inoxidável.

- Quer ver, perguntava o médico. Não, respondi as quatro vezes. Nunca vi o rosto dos meus fetos ou seus pedaços que meu útero acolheu na espera de crescerem.

Por algum motivo misterioso e mágico, não pude ser mãe. E mãe de fetos não vale o bastante para receber carinho e flores neste dia dedicado às mães.

Portanto, este dia sempre me dói e faz com que sangrem as feridas que nunca cicatrizam.

Meus quatro filhos pequeninhos, inteiros ou aos pedaços estão no colo de Deus, pois ele sabe o que faz. Infelizmente, ainda tenho longas discussões com ele. Por que esperou que crescessem até o sétimo mês de gestação, deixou eu fazer enxoval e comprar o bercinho! Por que não abortei embriões!!!! Não seria tão cruel. Nunca aceitarei! Mas, portanto, lhe peço, pelos menos cole os pedaços das crianças e lhe dê carinho, afagos e pirulitos.

Deus, cole os pedaços dos meus filhos!

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CURTIR - COMENTAR - COMPARTILHAR



Todo o santo dia lá estou no face, confesso que me atualizo, interajo, aprendo, compartilho, curto e comento. Surpreende-me  atitudes de amigos, a maioria não conheço, que simplesmente nem se dá ao trabalho de curtir alguma postagem, muito menos comentar e quase raramente compartilha. Pergunto-me por que desfilam seus perfis por lá. Confesso que sou a pessoa que menos adiciono "amigos", muito poucos ou nenhum me solicita amizade!
Os links que posto como curiosidade deste blog Orgasm, nem mesmo curtem, ou seja, nem se dão o trabalho de ler! A propósito, tenho consciência de que esta central de relacionamento não é pra ler, mas pra ver.

Curtir, comentar e compartilhar, ações que pouco utilizam com o que posto, portanto, posso deduzir que o que boto lá não tem valor algum.

Por outro lado vejo milhares de compartilhamentos, comentários e curtidas para abobrinhas, flores, estrelas e coisas do gênero.

Que pena.

Não coleciono "amigos", não quero ter 800 amigos, quero ter sim gente de verdade, carne, osso e sangue. Se você, que milagrosamente, tá lendo isso, e é um ser humano, que aqui está para somar, então parabéns, és bem-vindo ao meu perfil. E se já faz parte dos meus relacionamentos, então, por favor, me dê um oi vez em quando...